O processamento de minerais críticos e terras raras pode se tornar uma frente estratégica para o Brasil na corrida global pela inteligência artificial, segundo Carlos Pascual, vice-presidente sênior da S&P Global, durante a ROG.e 2026. O país concentra cerca de 23% das reservas mundiais de terras raras, mas processa apenas 0,2%, enquanto a China, com cerca de 35% das reservas, responde por 90% a 95% do processamento. Para Pascual, ampliar a capacidade de processamento permitiria ao Brasil capturar mais valor na cadeia de suprimentos de tecnologias associadas à IA, defesa e data centers. O executivo também destacou o interesse dos Estados Unidos em diversificar essa cadeia e apontou o processamento de minerais como uma área estratégica para a aproximação entre os dois países. Foto: Canva. Fonte: Broadcast.