O uso exclusivo de etanol em veículos voltou ao debate durante a 9ª Conferência Nova Cana, com representantes do Pecege e da Evolua defendendo a alternativa como forma de ampliar o mercado do biocombustível e dar mais opções ao consumidor. Para João Rosa, do Pecege, o carro 100% a etanol não representa retrocesso, enquanto Alexandre Zebulun, da Evolua, considera que o verdadeiro retrocesso seria a dependência exclusiva de combustíveis fósseis. Já Filipi Cardoso, do Bradesco, avalia que a decisão do consumidor será determinada principalmente pela vantagem financeira. O debate também envolve os efeitos sobre a demanda por etanol, a cadeia produtiva e a arrecadação de tributos sobre combustíveis. Foto: Canva. Fonte: Money Times.