A nova Corteva Agriscience inicia uma nova fase com um pipeline de inovação avaliado em US$ 11 bilhões e previsão de lançar 12 novos ativos nos próximos dez anos, sendo sete químicos e cinco biológicos. Após a separação do negócio de sementes, que deu origem à Vylor, a companhia passa a concentrar sua atuação em proteção de cultivos e pretende combinar pesquisa própria com parcerias, investimentos em startups e aquisições. Entre os projetos está um novo fungicida para o controle da ferrugem asiática da soja, que representa o primeiro novo modo de ação da Corteva no Brasil em mais de 14 anos. O país é considerado estratégico para a companhia, que pretende crescer acima do ritmo do mercado, impulsionada por novas moléculas e tecnologias biológicas adaptadas à agricultura tropical. Foto: Canva. Fonte: CNN Brasil.