O investimento climático na América Latina e no Caribe dobrou entre 2020 e 2024, de US$ 54 bilhões para US$ 108 bilhões, mas os combustíveis fósseis continuam atraindo mais recursos que a energia limpa. Segundo levantamento da Climate Policy Initiative, projetos de energia renovável receberam US$ 43 bilhões em 2024, enquanto petróleo, gás natural e carvão atraíram US$ 95 bilhões. O Brasil concentrou 58% do financiamento climático da região, com US$ 63 bilhões, impulsionado principalmente por energia solar e agricultura sustentável. Apesar do avanço, apenas 9% dos recursos climáticos brasileiros foram destinados à adaptação, o menor percentual entre os países analisados. Para cumprir as metas de redução de emissões, o financiamento climático da América Latina e do Caribe precisará alcançar pelo menos US$ 467 bilhões anuais até 2030. Foto: Canva. Fonte: Folha de S.Paulo.