Em artigo, Josiane Lima, diretora de People da Swile, avalia que a adoção da inteligência artificial no RH vai muito além da implantação de novas ferramentas e exige revisão de processos, preparo das lideranças e espaço para aprendizagem. A IA pode reduzir tarefas repetitivas e liberar tempo, mas também criar novas cobranças, retrabalho e esforço de adaptação, tornando necessário considerar o impacto da transformação na rotina das equipes. Para a autora, o RH deve apoiar a formação e a escuta, enquanto as lideranças precisam reorganizar o trabalho para tornar o aprendizado possível. Dados podem ajudar a identificar sobrecarga e mudanças no ambiente, mas não substituem a conversa nem a responsabilidade humana nas decisões sobre pessoas. Foto: Canva. Fonte: Exame.