Em artigo, Marcos Bedendo avalia que o agronegócio brasileiro domina tecnologias avançadas de produção, mas ainda explora pouco o potencial do marketing para desenvolver marcas, diferenciar produtos e aumentar a rentabilidade. A análise, apresentada no GAFFFF, defende que o marketing deve participar de decisões estratégicas sobre mercados, inovação, portfólio e propostas de valor, e não apenas da comunicação de produtos. O autor destaca que marcas fortes podem criar diferenciação mesmo em mercados comoditizados, como demonstra o caso do Melão Rei, da Itaueira. No B2B, a combinação de produtos, assistência técnica, dados e serviços também pode ampliar o valor entregue ao produtor e fortalecer relações comerciais. Para Bedendo, aplicar ao marketing o mesmo rigor dedicado à produtividade pode se tornar uma importante vantagem competitiva para o agro brasileiro. Foto: Canva. Fonte: Exame.