A precificação de carbono tende a influenciar custos de produção, decisões de investimento e competitividade das exportações brasileiras. Em artigo no Capital Reset, Ana Luci Grizzi alerta que empresas que esperam a pressão regulatória chegar para só então agir correm o risco de ter de se adaptar a regras definidas por outros agentes. O texto defende uma postura estratégica e antecipada diante das mudanças relacionadas à agenda climática, incorporando o carbono ao planejamento empresarial e às decisões de longo prazo. Para setores exportadores, como o sucroenergético, acompanhar essa agenda pode ser relevante para preservar mercados e competitividade internacional. Foto: Canva. Fonte: Capital Reset.