O mercado global de açúcar deve enfrentar déficits de oferta no fim de 2026 e no início de 2027, sustentando as cotações no curto prazo. Segundo o BTG Pactual, porém, a recuperação da produção brasileira poderá reverter esse cenário a partir do segundo trimestre do próximo ano, levando os preços de volta a US$ 0,17 por libra-peso, ante os atuais US$ 0,20 a US$ 0,21. As chuvas no Centro-Sul dificultam a colheita e a moagem da cana, restringindo temporariamente a oferta. O banco também vê oportunidades para a venda de ativos sucroenergéticos diante da melhora das commodities, enquanto a expansão do etanol de milho mantém pressão estrutural sobre o segmento de cana. A venda da usina Monte Alegre pela Adecoagro ilustra a reorganização de ativos no setor, em busca de maior eficiência e sinergias operacionais. Foto: Canva. Fonte: Money Times.