Reportagem de Nádia Pontes mostra que a participação feminina vem ganhando força nas COPs, embora ainda esteja longe de refletir o impacto desproporcional das mudanças climáticas sobre mulheres e crianças. Figuras como Christiana Figueres e Laurence Tubiana foram decisivas no Acordo de Paris e inspiram a nova geração que atua na COP30. No Brasil, Ana Toni, Marina Silva, Izabella Teixeira e Liliam Chagas são citadas como lideranças capazes de destravar acordos e fortalecer a diplomacia climática. Especialistas defendem maior equilíbrio de gênero, já que mulheres tendem a priorizar colaboração, justiça social e proteção às futuras gerações — dimensões essenciais da agenda climática. Em comunidades tradicionais, como povos da Amazônia, a voz feminina também ganha espaço e influência. Foto: Canva. Fonte: Deutsche Welle