O Brasil passou a disputar com os EUA o mercado global de DDGs após a China abrir seu mercado e homologar as primeiras plantas brasileiras, o que pode gerar embarques já em 2026. Segundo Guilherme Nolasco, presidente da Unem, há forte interesse de grandes companhias chinesas, impulsionado pela expansão do etanol de milho, sobretudo em Mato Grosso. As exportações brasileiras atingiram 714,9 mil t até outubro, maior volume da série, e a tendência é de novo recorde em 2025. Estudos do Insper indicam que a China busca diversificar fornecedores e reduzir riscos geopolíticos, enquanto o Brasil precisa avançar em logística e certificações para consolidar competitividade. Foto: Canva. Fonte: Estadão.