Em análise publicada no InfoMoney, Fernanda Delgado afirma que a COP 30, realizada em Belém, marcou o fim da narrativa de mera “adição energética” e reforçou a necessidade global de substituir combustíveis fósseis. O Brasil ganhou protagonismo ao combinar matriz limpa, recursos naturais abundantes e projetos avançados de hidrogênio verde, cuja produção escalável deve iniciar entre 2026 e 2029 em hubs como Pecém, Suape, Bahia e Rio Grande do Norte. Delgado destaca que o hidrogênio verde é mais que vetor de exportação: trata-se de ferramenta para reindustrialização, inclusão regional e descarbonização de setores intensivos em carbono. A conferência também reforçou a importância de alinhar políticas industrial e ambiental, promover integridade da informação climática e combater desigualdades, especialmente diante do risco de aquecimento global de 3°C. Para a autora, o Brasil escolheu liderar a economia de baixo carbono com inovação e responsabilidade. Foto: Canva. Fonte: InfoMoney.