A Fundação Rockefeller vem ajustando sua estratégia de filantropia climática, buscando modelos mais eficazes para financiar resiliência e adaptação em países emergentes. A organização centenária passou a reconhecer o Brasil como peça-chave nesse reposicionamento, ampliando parcerias locais e apoiando projetos que combinam inovação social, redução de vulnerabilidades e impacto climático mensurável. A entidade aposta em soluções descentralizadas e em colaboração com governos, empresas e comunidades, diante da urgência trazida pelos eventos extremos. A nova abordagem pretende superar limitações de modelos tradicionais de doação e ampliar o alcance das ações no Sul Global. Foto: Canva. Fonte: Capital Reset.