Os acionistas controladores da Raízen — Shell e Cosan — e o banco BTG Pactual discutem a possibilidade de injetar até R$ 10 bilhões em capital na companhia, em meio a pressões sobre sua estrutura financeira. A conversa também inclui a potencial entrada de investidores terceiros para fortalecer o caixa da empresa. Paralelamente, a Raízen estuda um plano de desinvestimentos de cerca de R$ 10 bilhões, incluindo a venda de ativos como a refinaria na Argentina, como parte de uma estratégia mais ampla de ajuste financeiro. O movimento ocorre em um momento de maior volatilidade no mercado de crédito e desvalorização de títulos da companhia no exterior, exigindo soluções para aliviar a pressão sobre seu balanço. Foto: Divulgação. Fonte: Globo Rural.