A sustentabilidade de fachada tem retardado decisões urgentes e ampliado os riscos ambientais no país, alertam Geraldo Fernandes (UFMG), Stephanne Fernandes (Florida International University) e Domingos Rodrigues (UFMT). Segundo os autores, práticas de greenwashing distorcem o debate público ao apresentar ações superficiais como soluções estruturais para a crise climática e da biodiversidade. O texto critica o uso indiscriminado de selos ambientais, a fragilidade de auditorias e a falsa noção de que plantar árvores equivale à restauração ecológica. Sem ciência, monitoramento e fiscalização efetiva, o Brasil desperdiça recursos e aprofunda passivos ambientais. Foto: Canva. Fonte: Correio Braziliense.