O governo brasileiro avalia que a entrada em vigor temporária do acordo Mercosul-União Europeia pode viabilizar sua implementação ainda no segundo semestre de 2026, mesmo após o Parlamento Europeu solicitar parecer jurídico ao Tribunal de Justiça da UE. A consulta, aprovada por margem apertada, questiona a divisão do pacto em dois instrumentos e seus impactos legais, mas não o mérito do acordo. Segundo interlocutores, o Brasil pretende avançar com a internalização no Congresso e acompanhar a decisão da Comissão Europeia sobre a aplicação provisória. Estimativas do Ipea indicam que o acordo pode gerar crescimento adicional de 0,46% no PIB brasileiro ao longo de 17 anos. Foto: Canva. Fonte: Broadcast.