O possível retorno do El Niño entrou no radar do agronegócio e do mercado financeiro para a safra de grãos de 2026, diante do risco de impactos relevantes sobre a produção brasileira. Analistas apontam que o fenômeno pode provocar excesso de chuvas em algumas regiões e estiagens em outras, afetando produtividade, calendário de plantio e colheita. A maior volatilidade climática tende a elevar custos, aumentar riscos logísticos e influenciar a formação de preços dos alimentos. O cenário exige atenção redobrada de produtores, tradings e investidores, que já começam a incorporar o fator climático nas projeções para o próximo ciclo agrícola. Foto: Canva. Fonte: Exame.