O avanço do etanol de milho já responde por cerca de 25% da produção nacional e deve seguir crescendo até 2030, alterando de forma estrutural o setor sucroenergético. Segundo o analista Andy Duff, do Rabobank, usinas de cana podem ganhar competitividade ao integrar plantas de milho às suas operações. O modelo flex permite melhor uso dos ativos e diversificação de receitas, incluindo biometano e outros projetos. Apesar do potencial, o investimento exige alto capital e envolve riscos em um mercado ainda jovem. Para 2026, o cenário de sobreoferta de etanol e açúcar tende a pressionar margens e acender um sinal de alerta para o setor. Foto: Canva. Fonte: Money Times.