A expansão global de energia eólica e solar bateu recorde em 2025, impulsionada principalmente pela China e por países em desenvolvimento. Enquanto isso, as economias do G7 ficaram para trás na instalação de novos projetos limpos. O avanço chinês reforça sua liderança na transição energética e na produção de tecnologias verdes. O relatório aponta que políticas industriais, investimentos públicos e escala produtiva explicam o protagonismo asiático. Já nas nações ricas, entraves regulatórios e falta de coordenação têm limitado o crescimento. O cenário reposiciona a China como principal motor da descarbonização global. Foto: Canva. Fonte: Veja.