O agronegócio entra em 2026 em um cenário de transição, com margens pressionadas, custos elevados, juros altos e riscos climáticos, mas também com novas oportunidades estruturais. Entre as principais tendências estão a busca por eficiência produtiva, a diversificação de mercados, a resiliência climática e o fortalecimento do cooperativismo. Biocombustíveis, sustentabilidade e mercados de carbono ganham espaço como fontes de renda adicional. A digitalização e o uso de inteligência artificial passam a ser requisitos para competitividade. A rastreabilidade e a transparência também se tornam diferenciais estratégicos. O setor precisará focar gestão, inovação e sustentabilidade para manter crescimento e rentabilidade. Foto: Canva. Fonte: Globo Rural.