Com o avanço acelerado da inteligência artificial e das ferramentas digitais, capacidades cognitivas antes consideradas raras passam a se tornar cada vez mais acessíveis, transformando o QI em uma espécie de “commodity”. Nesse cenário, especialistas defendem que o verdadeiro diferencial da liderança está migrando para o QE — a inteligência emocional. A habilidade de lidar com pessoas, tomar decisões em contextos complexos e construir relações de confiança tende a se tornar cada vez mais valiosa em ambientes profissionais marcados por tecnologia abundante e mudanças rápidas. Foto: Canva. Fonte: Exame.