Eventos climáticos extremos, como as chuvas recentes em Minas Gerais, têm ampliado riscos sociais para meninas e mulheres, evidenciando a necessidade de respostas integradas entre educação, assistência social e defesa civil. A análise de Júlia Gouveia aponta que, em situações de crise, esse público enfrenta maior exposição a violência, evasão escolar e insegurança, tornando essencial o fortalecimento de políticas públicas específicas. Nesse contexto, as escolas surgem como pontos estratégicos de acolhimento, proteção e continuidade do aprendizado, funcionando também como espaços de apoio comunitário em momentos de emergência. A autora defende que a adaptação climática deve considerar recortes de gênero e priorizar ações preventivas, garantindo maior resiliência social diante de eventos extremos. A integração entre diferentes áreas do poder público é vista como fundamental para reduzir desigualdades e proteger populações mais vulneráveis. Foto: Canva. Fonte: Capital Reset.