O Brasil busca se consolidar como referência global em reflorestamento, combinando metas ambientais com oportunidades econômicas. O país pretende restaurar 12 milhões de hectares até 2030, o que poderia remover 4,3 bilhões de toneladas de CO₂ da atmosfera e gerar receitas estimadas em R$ 776,5 bilhões, segundo estudos do Instituto Escolhas. Apesar do potencial, o avanço ainda é limitado pela falta de recursos, já que o custo total pode chegar a R$ 228 bilhões. Para viabilizar a agenda, governos, empresas e organizações têm testado modelos baseados em créditos de carbono, bioeconomia e uso produtivo sustentável das áreas restauradas. Iniciativas como concessões florestais e parcerias com o setor privado buscam destravar investimentos e dar escala aos projetos. O desafio agora é transformar o potencial em execução, com segurança jurídica, financiamento e consolidação do mercado de carbono. Foto: Canva. Fonte: DW.