O interesse estrangeiro pelo Brasil ganhou tração por fatores estruturais, segundo análise do gestor Andrew Reider, do WHG Long Biased, em debate do Stock Pickers apresentado por Lucas Collazo. O primeiro pilar é a abundância de commodities, que posiciona o país em vantagem num ciclo global de investimentos impulsionado pela inteligência artificial. O segundo é o potencial de queda dos juros, já que a desinflação global pode beneficiar economias com taxas elevadas, como a brasileira. O terceiro destaque é a energia renovável, que abre espaço para o país atrair data centers e até “exportar” energia via processamento de dados. Por fim, a distância de conflitos geopolíticos reforça o Brasil como destino relativamente seguro para capital internacional. Foto: Canva. Fonte: InfoMoney.