Apesar de uma leve correção nas bolsas internacionais, o mercado de açúcar segue com tendência positiva, sustentado por fundamentos ligados ao petróleo e ao avanço do etanol. Na ICE de Nova York, os contratos recuaram marginalmente, com o vencimento maio/26 a 15,76 cents por libra-peso, enquanto em Londres o açúcar branco apresentou variações mistas, indicando resiliência dos preços no mercado europeu. No Brasil, o indicador do CEPEA/ESALQ caiu 0,52% no dia, com a saca a R$ 103,29, mas ainda acumula alta de 4,77% no mês. A sustentação vem da expectativa de maior direcionamento da cana para etanol na safra 2026/27, reforçada por dados da UNICA, que mostram vendas robustas do biocombustível. Mesmo com essa mudança de mix, a produção de açúcar no Centro-Sul segue relevante, mantendo o equilíbrio entre oferta e demanda no mercado global. Foto: Canva. Fonte: UDOP.