O modelo híbrido é o preferido de 73% dos trabalhadores brasileiros, segundo pesquisa da Tax Group citada por Camila Lutfi, mas a remuneração ainda pesa mais na decisão final. Quando confrontados com a opção de um trabalho presencial com o dobro do salário, 58% dos entrevistados optam pelo ganho financeiro, mesmo abrindo mão da flexibilidade. O estudo mostra que custos indiretos do trabalho presencial, como deslocamento e desgaste, influenciam a busca por modelos híbridos, especialmente entre profissionais mais jovens. Por outro lado, perfis focados em crescimento rápido e resultados tendem a aceitar regimes presenciais em troca de maior renda. O levantamento também indica que empresas e candidatos passaram a usar o modelo de trabalho como critério de alinhamento de expectativas e estilo de vida. Foto: Canva. Fonte: InfoMoney.