A conferência internacional em Santa Marta, voltada à transição para longe dos combustíveis fósseis, ocorre com a ausência de grandes emissores como Estados Unidos, China e Índia, além de importantes produtores de petróleo do Golfo. Segundo Nayara Machado, o baixo engajamento de potências industriais esvazia parte do peso político do encontro, embora cerca de 60 países participem da iniciativa. Ainda assim, o evento busca avançar na construção de mecanismos financeiros, regulatórios e de cooperação internacional para viabilizar a transição energética. Especialistas avaliam que, mesmo sem acordos vinculantes, a conferência mantém viva a agenda iniciada em fóruns como a COP30 e contribui para o desenvolvimento de um roteiro global de descarbonização. Foto: Canva. Fonte: eixos.