O açúcar registrou forte alta em Nova York, com avanço de quase 4%, impulsionado pela disparada do petróleo e pela perspectiva de oferta mais restrita no curto prazo. A valorização do petróleo tende a encarecer a gasolina e favorecer o etanol, reduzindo a destinação de cana para produção de açúcar. Além disso, projeções indicam leve queda na produção brasileira, reforçando o movimento de alta. Apesar do cenário positivo no curto prazo, o mercado ainda prevê superávit global na safra 2026/27, o que pode limitar ganhos mais expressivos nos preços. Foto: Canva. Fonte: Globo Rural.