O Banco do Brasil avalia que o agronegócio tende a reagir rapidamente com a queda da taxa de juros, favorecendo investimentos e reorganização financeira dos produtores. Segundo o banco, o setor não enfrenta uma crise estrutural, mas desafios pontuais ligados principalmente ao fluxo de caixa e ao alto custo do crédito recente. Com carteira de R$ 406 bilhões no agro, a instituição projeta estabilidade em 2026 e aposta que a redução gradual da Selic deve melhorar a adimplência ao longo do tempo. O cenário reforça a resiliência do setor, que segue sustentado por bons níveis de produção e produtividade. Foto: Canva. Fonte: Money Times.