A entrada em vigor provisória do acordo Mercosul-União Europeia abre novas perspectivas para as Indicações Geográficas (IGs) brasileiras, ao ampliar a proteção jurídica e o reconhecimento internacional de produtos ligados a territórios específicos, como cafés, queijos, vinhos, cachaças e mel. O mecanismo ajuda a impedir o uso indevido de nomes de origem no exterior e pode fortalecer a competitividade de produtos com forte identidade regional. Especialistas destacam, porém, que transformar essa proteção em ganho efetivo de mercado dependerá da capacidade dos territórios produtores de manter qualidade, organização e oferta consistente. O tema estará em debate no Connection Terroirs do Brasil 2026, em Gramado (RS), em meio ao avanço de novas negociações comerciais, como o acordo Mercosul-EFTA. Foto: Canva. Fonte: Globo Rural.