O ritmo acelerado da safra 2026/27 no Centro-Sul do Brasil segue derrubando os preços do açúcar, apesar de as usinas estarem destinando maior parte da cana para a produção de etanol, que hoje oferece margens mais atrativas. A moagem de cana avança cerca de 75% na comparação anual e a produção de açúcar cresce 55%, ampliando a oferta no mercado global e mantendo pressão baixista sobre as cotações no curto prazo. Segundo análises de Morgan Stanley e JPMorgan, o cenário pode mudar no segundo semestre, com apoio da demanda por etanol, da possível elevação da mistura obrigatória na gasolina para 32% e dos riscos climáticos ligados ao El Niño. Ainda assim, no curto prazo, o pico da safra brasileira, os subsídios à gasolina e o aumento dos estoques tendem a limitar uma recuperação dos preços do açúcar. Foto: Canva. Fonte: InfoMoney.