A Raízen detalhou aos credores financeiros os pilares do plano de reestruturação de sua dívida, estimada em R$ 65 bilhões. A proposta em negociação prevê aporte mínimo de R$ 3,5 bilhões da Shell, possível contribuição adicional de até R$ 500 milhões da Aguassanta, ligada a Rubens Ometto, conversão de 45% da dívida em ações e reperfilamento dos 55% restantes em novos instrumentos financeiros. O plano também prevê a separação da companhia em duas operações independentes até 2027: uma focada em energia — reunindo açúcar, etanol e bioenergia — e outra dedicada à distribuição de combustíveis e lubrificantes. Entre as alternativas oferecidas aos credores estão desconto de 80% sobre os créditos com pagamento de longo prazo ou liquidação em caixa para pequenos credores. A empresa ressalta que os termos seguem em negociação e dependem de aprovação dos credores e homologação judicial. Foto: Divulgação. Fonte: Valor Econômico.