As cotações do açúcar encerraram maio em alta nas bolsas de Nova York e Londres, impulsionadas por preocupações climáticas em grandes regiões produtoras e por movimentos de recompra de posições no mercado financeiro. A revisão para baixo das previsões de chuva na Índia e as incertezas em torno do El Niño mantiveram investidores atentos aos riscos para a oferta global. No Brasil, porém, o mercado físico seguiu pressionado pelo avanço da safra 2026/27 e pela maior disponibilidade do produto, com o indicador Cepea/Esalq acumulando queda de 5,01% no mês e fechando a saca de 50 quilos em R$ 93,00. Foto: Canva. Fonte: Agência UDOP de Notícias.