A possível volta do El Niño já mobiliza mercados, produtores e analistas diante dos impactos potenciais sobre a economia global e o agronegócio. Meteorologistas consideram alta a probabilidade de formação do fenômeno, que pode intensificar secas, enchentes, ondas de calor e pressões sobre energia, alimentos e logística. No Brasil, os efeitos costumam incluir excesso de chuvas no Sul e estiagem em partes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com reflexos diretos sobre a produção agrícola. Especialistas alertam que, em um planeta mais quente, o El Niño atua como multiplicador de risco, ampliando os efeitos dos eventos climáticos extremos sobre commodities, inflação e crescimento econômico. Foto: Canva. Fonte: InvestNews.