Pedro Côrtes, professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em clima e meio ambiente, avalia que o aumento da mistura obrigatória de etanol na gasolina, de 30% para 32%, reforça a estratégia brasileira de descarbonização do transporte. Segundo o autor, a medida amplia a segurança energética em um momento de instabilidade no mercado internacional de petróleo e aproveita a infraestrutura já consolidada dos biocombustíveis no país. Embora montadoras e importadores defendam monitoramento dos impactos em segmentos específicos da frota, Côrtes destaca que a experiência brasileira com misturas elevadas de etanol indica que os riscos tendem a ser pontuais, enquanto os ganhos ambientais e econômicos são imediatos. Foto: Canva. Fonte: CNN Brasil.