A proximidade do preenchimento da cota de 1,1 milhão de toneladas de carne bovina brasileira destinada à China tem levado frigoríficos a redirecionar embarques e ajustar sua estratégia comercial. Segundo estimativas da indústria, os embarques seguem seguros até o fim de junho, sem risco de ultrapassar o limite estabelecido, mas o cenário já provoca mudanças no fluxo das exportações. A preocupação é evitar que parte das cargas seja submetida a tarifas mais elevadas, o que reduziria a competitividade do produto brasileiro no principal mercado comprador. Diante desse quadro, empresas buscam maior diversificação de destinos e monitoram o ritmo das vendas para o mercado chinês. Foto: Canva. Fonte: Exame.