Pesquisa da SOS Mata Atlântica, realizada em parceria com universidades, identificou resíduos de 25 agrotóxicos em diferentes trechos do Rio Tietê, alguns em concentrações superiores aos limites estabelecidos pela legislação brasileira. O levantamento relaciona a contaminação principalmente ao escoamento de áreas agrícolas, especialmente de monoculturas de cana-de-açúcar e soja, mas também aponta contribuições de áreas urbanas e destaca a ausência de mata ciliar como um dos fatores que favorecem o transporte desses compostos para o rio. O estudo defende ações preventivas, recuperação da vegetação ripária e aperfeiçoamento do monitoramento da qualidade da água, enquanto o governo paulista afirma que o programa IntegraTietê tem reduzido a carga de poluentes e ampliado os investimentos em saneamento e recuperação ambiental. Foto: Canva. Fonte: Globo Rural.