A proposta da Comissão Europeia para reformar o mercado de carbono (EU ETS) provocou reações tanto da indústria quanto de organizações ambientais. O texto reduz o ritmo de diminuição do teto de emissões após 2030, amplia temporariamente a concessão de licenças gratuitas condicionadas a investimentos em descarbonização e prevê o uso limitado de créditos internacionais de carbono. Enquanto setores industriais consideram as mudanças insuficientes para recuperar a competitividade europeia, ambientalistas avaliam que a flexibilização enfraquece o principal instrumento climático da União Europeia e pode comprometer as metas de redução de emissões até 2040. Foto: ANeto. Fonte: Eixos.