Pesquisadoras da Unicamp desenvolveram uma modificação genética em bactérias capaz de aumentar em até 30% o rendimento da produção de etanol de segunda geração (2G), obtido a partir do bagaço e da palha da cana. A tecnologia, resultado de uma cooperação com o Dartmouth College e a empresa Terragia Biofuel, busca superar um dos principais gargalos do etanol 2G ao simplificar o processo de conversão da biomassa e reduzir custos. A inovação foi patenteada e licenciada para novos testes em escala ampliada nos Estados Unidos, reforçando o potencial da pesquisa brasileira para impulsionar a competitividade dos biocombustíveis avançados. Foto: Canva. Fonte: Inova Unicamp.