O uso de madeira nativa como biomassa nas usinas de etanol de milho em Mato Grosso pode comprometer as credenciais de sustentabilidade do biocombustível, segundo reportagem da Capital Reset. Embora governo estadual e Ministério Público tenham firmado um acordo para substituir gradualmente essa fonte por florestas plantadas ou manejo florestal até 2035, a regulamentação da medida está travada. O impasse preocupa o setor, que vê na transição um fator importante para preservar a competitividade do etanol de milho nos mercados que valorizam critérios ambientais e de baixa emissão de carbono. Foto: Canva. Fonte: Capital Reset.