O avanço da autossuficiência alimentar da China deve reduzir o ritmo de crescimento das importações do país, mas isso não significa o fim das oportunidades para o agronegócio brasileiro, avalia David Laborde, diretor da Divisão de Economia Agroalimentar da FAO. Segundo o economista, a expansão da demanda por alimentos deverá vir principalmente da África e do Oriente Médio, enquanto a bioeconomia desponta como uma nova fronteira de crescimento, impulsionada pela necessidade global de ampliar a produção sustentável de biomassa para combustíveis, energia e materiais renováveis. O cenário reforça a importância da diversificação de mercados e da inovação como vetores da competitividade do agro brasileiro. Foto: Canva. Fonte: Exame.