O aumento da mistura de etanol anidro na gasolina para 32% representa uma evolução gradual de uma política adotada no Brasil há décadas, segundo o engenheiro Ricardo Abreu, consultor de mobilidade da Unica. O artigo destaca estudos que não identificaram desgaste associado a misturas com maior teor de etanol e lembra que a frota brasileira já utiliza o E27 desde 2015. Além dos aspectos técnicos, a mudança pode reduzir em cerca de 900 milhões de litros por ano a necessidade de importação de gasolina, segundo estimativas do Ministério de Minas e Energia, reforçando a segurança energética e a participação de um combustível renovável na matriz brasileira. Foto: Canva. Fonte: Eixos.