Baterias de íons de sódio, produzidas com materiais abundantes como o sal de cozinha, começam a ganhar espaço no armazenamento de energia e podem reduzir a dependência mundial de lítio e de minerais críticos dominados pela China. A tecnologia promete baterias mais baratas, seguras e duráveis, especialmente para redes elétricas e data centers, embora ainda tenha menor densidade energética que as de lítio, o que limita seu uso em veículos elétricos. Startups americanas já desenvolvem projetos em escala industrial, enquanto gigantes chinesas como BYD e CATL avançam na produção. Segundo o Morgan Stanley, mais de um terço das baterias produzidas no mundo poderá utilizar sódio dentro de uma década. Para o setor de energia, a tecnologia pode acelerar a expansão de fontes renováveis ao permitir armazenar eletricidade quando há abundância e liberá-la nos períodos de maior demanda. O avanço, porém, também abre uma nova disputa industrial com a China, que mantém vantagem na capacidade de transformar tecnologias de baterias em produção em larga escala. Foto: Canva. Fonte: InvestNews.