Em artigo, Lia Rizzo, editora ESG da Exame, mostra como a inteligência artificial já amplia a capacidade de antecipar eventos extremos, com ferramentas capazes de prever enchentes com até sete dias de antecedência. O desafio, segundo a autora, não é apenas tecnológico: o Brasil ainda enfrenta falta de estações de medição, limitações de dados, dificuldades de compartilhamento de informações e desigualdade de acesso à tecnologia. A inteligência artificial pode ampliar a janela de reação, mas precisa estar integrada a protocolos de ação antecipatória, financiamento e capacidade de resposta dos governos e comunidades. O caso recente do Rio Grande do Sul evidencia a distância entre prever um desastre e conseguir evitar suas consequências. Foto: Canva. Fonte: Exame.