A reunião entre Donald Trump e Xi Jinping coloca tarifas, terras raras, compras agrícolas, tecnologia e investimentos no centro da relação entre Estados Unidos e China, com reflexos potenciais para o Brasil. No agronegócio, a soja é um dos principais pontos de atenção: Pequim se comprometeu a comprar 25 milhões de toneladas anuais do produto americano até 2028, aumentando a concorrência com a produção brasileira no mercado chinês. Na mineração, a busca americana por fornecedores alternativos à China pode ampliar o interesse por projetos brasileiros de terras raras, embora o país ainda tenha participação pequena no processamento. A disputa também envolve chips e inteligência artificial, setores estratégicos para as cadeias globais de tecnologia. Foto: Reuters. Fonte: g1.