A discussão sobre o fim da escala 6×1, que prevê jornada de 40 horas semanais sem redução salarial, divide especialistas sobre seus efeitos na economia brasileira. A produtividade do trabalho avançou 34,2% no Brasil desde 1988, quando a jornada semanal caiu de 48 para 44 horas, enquanto experiências de redução da jornada em países como França, Itália, Portugal, Bélgica e Eslovênia foram acompanhadas de crescimento econômico e pouco impacto sobre o emprego. De outro lado, a CNI estima que a mudança poderia reduzir o PIB em 0,7%, e pesquisador do FGV-Ibre projeta queda de 2,9 pontos percentuais, citando aumento de custos e possíveis efeitos sobre emprego e serviços. A matéria também aponta que jornadas menores podem elevar a produtividade, facilitar a retenção de trabalhadores e estimular investimentos em tecnologia. Foto: Canva. Fonte: BBC News Brasil.