Em artigo, Fabiano Machado defende que os projetos REDD+ devem ser avaliados para além da quantidade de carbono que conseguem preservar ou reduzir. Segundo o autor, monitoramento territorial, governança comunitária e geração de renda sustentável são elementos fundamentais para garantir a proteção das florestas no longo prazo. A integração dessas dimensões pode fortalecer as comunidades locais, reduzir pressões sobre os territórios e aumentar a permanência dos resultados ambientais. Para Machado, portanto, o valor dos projetos REDD+ está também nos benefícios sociais e territoriais associados à conservação das florestas. Foto: ANeto. Fonte: Capital Reset.