A disputa presidencial brasileira é acompanhada internacionalmente pelos possíveis impactos sobre a preservação da Amazônia, que abriga cerca de 60% da maior floresta tropical do mundo e desempenha papel importante na regulação climática. Em reportagem da DW, especialistas apontam diferenças entre as propostas e os históricos ambientais de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Segundo o texto, durante o governo Jair Bolsonaro (2019–2022), foram destruídos cerca de 45,6 mil km² da Amazônia, enquanto a gestão Lula fortaleceu a fiscalização e reduziu o desmatamento. A reportagem também ressalta contradições da atual administração, que, apesar dos avanços na proteção florestal, apoia planos de expansão da produção de petróleo, incluindo atividades na região da Foz do Amazonas. Para os especialistas ouvidos, o resultado eleitoral poderá influenciar a política ambiental brasileira e a contribuição do país aos esforços internacionais contra as mudanças climáticas, embora a preservação da floresta também dependa de conciliar conservação, desenvolvimento econômico e demandas sociais. Foto: Canva. Fonte: DW.