O avanço das práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) depende da criação de modelos de negócio capazes de compartilhar riscos, recursos e resultados, aproximando as empresas das necessidades dos territórios onde atuam. Essa é a perspectiva defendida pelo executivo Igor Sig em artigo publicado na Exame. A proposta é superar modelos tradicionais de atuação isolada e estimular parcerias que integrem empresas, comunidades e outros agentes locais na construção de soluções sustentáveis. A abordagem busca alinhar os objetivos econômicos das organizações aos desafios sociais e ambientais de cada região, ampliando o potencial de geração de valor compartilhado. Para setores como o agronegócio, essa lógica pode favorecer iniciativas conjuntas relacionadas ao uso de recursos naturais, ao desenvolvimento regional e à transição para práticas produtivas mais sustentáveis. Foto: Canva. Fonte: Exame.