Um estudo publicado na revista Conservation Biology, conduzido por pesquisadores da UFMG e de outras instituições brasileiras, projeta que 69% da área analisada do Atlântico ocidental poderá perder mais de 5% da riqueza de espécies marinhas até 2100, em um cenário de altas emissões de gases de efeito estufa. Entre as regiões mais vulneráveis estão o Golfo do México, o Caribe, o norte da América do Sul e áreas do litoral brasileiro, incluindo o Sul e o Sudeste. As projeções consideram mudanças na temperatura, salinidade e correntes oceânicas e indicam impactos distintos sobre peixes, invertebrados e algas. Os pesquisadores ressaltam que são estimativas futuras, não perdas já observadas, e defendem a redução das emissões, a proteção dos ecossistemas e o monitoramento da biodiversidade. Foto: Canva. Fonte: Correio Braziliense.