O uso de bioenergia no Brasil evitou mais de 94 milhões de toneladas de CO2 em 2024, recorde histórico, com destaque para o etanol, que mitigou 65 milhões de toneladas, e o biodiesel, que evitou 26,8 milhões. O consumo recorde de etanol hidratado e a maior mistura obrigatória de biodiesel impulsionaram a demanda, enquanto incentivos tributários favoreceram a competitividade frente à gasolina. A bioeletricidade contribuiu com 2 milhões de toneladas a menos de emissões, e a intensidade de carbono da matriz de transporte deve cair quase 10% até 2034, reforçando a importância dos biocombustíveis na descarbonização do setor. Foto: Canva. Fonte: Eixos.